Dias desses vi nesse mundão virtual um caracol que achei uma gracinha.
Procurando um pouquinho mais consegui o molde no blog Criar com Tecidos e resolvi fazer o meu, do meu jeito.
É uma caracol (se existe o feminino de caracol eu não sei qual é) com lacinho na cabeça e tudo.
Aplicações de passarinho, cogumelo, florzinhas de crochê e raminhos bordados (até eu fiquei impressionada com meu bordado...kkkk), humildade é tudo nessa vida....
E aqui está ela inteirinha, prontinha para dar umas voltinhas por ai...
Gostei do resultado.
Daqui a pouco vou montar um zoológico de tantos bichos que ando fazendo...
Bjs
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
FAMÍLIA DE PATAS
Gente, tô de boa na lagoa!!!
E o que não pode faltar em uma lagoa?
Família de patinhas...
Dona Pata mais de pertinho:
Dona Pata e suas patinhas:
Uma das patinhas tentando pular de cima de uma pedra:
Gente, não aguentei e emperequetei as patinhas. Transformei uma até em patinho. Com direito a gravatinha borboleta e tudo.
Me inspirei no mesmo livro do post anterior. A Dona Pata ficou toda elegante, mas as patinhas...
Ao vivo e a cores elas ficaram uma fofura. Uma boa dica para lembrancinhas de nascimento.
E por hoje é só. Acho que amanhã já dá para mostrar mais um "bichinho" saindo do forno.
Bjs
E o que não pode faltar em uma lagoa?
Família de patinhas...
Dona Pata mais de pertinho:
Dona Pata e suas patinhas:
Uma das patinhas tentando pular de cima de uma pedra:
Gente, não aguentei e emperequetei as patinhas. Transformei uma até em patinho. Com direito a gravatinha borboleta e tudo.
Me inspirei no mesmo livro do post anterior. A Dona Pata ficou toda elegante, mas as patinhas...
Ao vivo e a cores elas ficaram uma fofura. Uma boa dica para lembrancinhas de nascimento.
E por hoje é só. Acho que amanhã já dá para mostrar mais um "bichinho" saindo do forno.
Bjs
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
CASINHA PESO DE PORTA
Me inspirei neste livro da Tone Finnanger para fazer as casinhas
Porém...
No livro os tons suaves parecem perfeitos. Tudo combina com tudo. Parece sonho: tudo suave, tons pastéis, só falta anjinho tocando arpa....kkkk
Até tentei (juro) escolher tecidinhos suaves, tons discretíssimos, mas depois de tudo costurado achei que ficou muito "mortinho".
Aí então é que entrou o lado tropical da coisa: Cores, botões, enfeites.
Versão mais "caliente" da casinha da Tone Finnanger:
Vamos combinar: As coisas que ela faz são divinas, mas não tem a nossa cara.
Problema?
Nenhum. O que não falta a nós brasileiras é imaginação e criatividade.
Ah, e vou confessar mais uma coisa: nem perdi tempo tentando decifrar o que estava escrito no livro. Fiz a partir do molde e imagens. Não sei se o da norueguesa tinha areinha dentro para servir de peso de porta, eu coloquei.
Essa é outra diferença entre nós brasileiras: tudo tem que servir para alguma coisa.
Então, antes que alguém pergunte: "pra que serve"?
Já achei uma utilidade.
Beijocas
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
JUSTIFICATIVA
Gente, tô lenta, muito lentinha com as costurinhas, então o jeito é reacender minha antiguiguíssima atividade e mandar bala nas escritas.
Quando era mais jovem, fazendo faculdade de jornalismo, publicava alguns textos no jornal semanal da cidade onde morava. Ai vai que terminei a faculdade, casei, tive dois filhos, mudei, mudei e mudei de cidade. Mudei de vida, de profissão, de tudo, mas acho que de vez em quando a vontade volta e o jeito é deixar a "coisa" rolar.
Então me perdoem pois não é todo dia que tem coisas novas de costuras para mostrar e também não é todo dia que a inspiração para escrever aparece. Essa a explicação, não sei se justifica ou não mas...
Fernando Veríssimo em uma de suas entrevistas ao ser indagado sobre onde buscava inspiração para escrever respondeu, numa tirada de gênio: dos telefonemas do meu editor cobrando a entrega do trabalho.
Pois é, eu como não tenho editor, chefe, vigia, dono, vou fazendo do meu jeito. Quando dá na telha (essa é velha).
Gostaria mesmo de ser mais assídua, mas sempre que coloco isso como obrigação, a coisa não vira. Acho que eu e mais uns bons milhões de pessoas são assim né?
Hoje foi somente para justificar essa mudança "brusca" das postagens do blog. E também para não deixar minhas seguidoras, leitores e leitoras perdidas, achando que fui sequestrada e os bandidos me forçaram a passar a senha de acesso às postagens...
Mas para quem prefere os trabalhinhos artesanais, não estou totalmente parada. É que o projeto em que estou trabalhando, é bastante trabalhoso, grande e portanto um tanto demorado, mas assim que estiver tomando "forma" mostro para vocês.
E olha o que ví no site G1:

Um tanque todo coberto de malha colorida, posicionado em frente ao Museu de História Militar em Dresden, no leste da Alemanha, traz uma mensagem de paz.
Se pudéssemos colocar um manto colorido em tudo o que mata e destrói, sem dúvida que o mundo ficaria bem melhor.
Bjs
Quando era mais jovem, fazendo faculdade de jornalismo, publicava alguns textos no jornal semanal da cidade onde morava. Ai vai que terminei a faculdade, casei, tive dois filhos, mudei, mudei e mudei de cidade. Mudei de vida, de profissão, de tudo, mas acho que de vez em quando a vontade volta e o jeito é deixar a "coisa" rolar.
Então me perdoem pois não é todo dia que tem coisas novas de costuras para mostrar e também não é todo dia que a inspiração para escrever aparece. Essa a explicação, não sei se justifica ou não mas...
Fernando Veríssimo em uma de suas entrevistas ao ser indagado sobre onde buscava inspiração para escrever respondeu, numa tirada de gênio: dos telefonemas do meu editor cobrando a entrega do trabalho.
Pois é, eu como não tenho editor, chefe, vigia, dono, vou fazendo do meu jeito. Quando dá na telha (essa é velha).
Gostaria mesmo de ser mais assídua, mas sempre que coloco isso como obrigação, a coisa não vira. Acho que eu e mais uns bons milhões de pessoas são assim né?
Hoje foi somente para justificar essa mudança "brusca" das postagens do blog. E também para não deixar minhas seguidoras, leitores e leitoras perdidas, achando que fui sequestrada e os bandidos me forçaram a passar a senha de acesso às postagens...
Mas para quem prefere os trabalhinhos artesanais, não estou totalmente parada. É que o projeto em que estou trabalhando, é bastante trabalhoso, grande e portanto um tanto demorado, mas assim que estiver tomando "forma" mostro para vocês.
E olha o que ví no site G1:

Um tanque todo coberto de malha colorida, posicionado em frente ao Museu de História Militar em Dresden, no leste da Alemanha, traz uma mensagem de paz.
Se pudéssemos colocar um manto colorido em tudo o que mata e destrói, sem dúvida que o mundo ficaria bem melhor.
Bjs
domingo, 10 de fevereiro de 2013
DEZ A ZERO PARA O LACRE
Imagine a cena:
Mãe falando ao telefone. Jantar na mesa. Tudo prontinho, certinho. Só falta cada membro da família se servir, mastigar e engolir.
Certo?
Mais ou menos.
Filho mais velho, (que já é bem grandinho), vem na direção da mãe com um vidro de shoyu na mão.
Mãe pergunta: Que foi?
Ele: Como abre isso?
Mãe: Como assim? É só abrir a tampa...
Ele: Não consigo.
Mãe: Como não consegue pelo amor de Deus?
Ele: Não consigo, não sei.
A mãe não acreditava no que estava vendo. Não sabe abrir um vidro de shoyu?
É, não sei.
E lá vai a mãe abrir o vidro para o garoto e explicar a ele como funciona.
Olha, diz ela, tá vendo esse plástiquinho ao redor da boca do frasco? Então, tem esse pedacinho saliente aqui que é o começo que deve ser puxado e retirado da borda toda, como se fosse um anel.
(Sabem do que estou falando, pelo amor de Deus né gente....kkkk).
Então.
Bom, além de cair na gargalhada, depois a mãe ficou pensando: como assim um rapaz não sabe abrir uma embalagem de shoyu?
Tá que quando a mãe tinha a idade dele nem sabia que existia shoyu, mas convenhamos, hoje em dia...com todos os meios de comunicação existentes, com a internet, com o google....
Como uma pessoa não sabe tirar o lacre de um vidro?
Só rindo.
Mãe falando ao telefone. Jantar na mesa. Tudo prontinho, certinho. Só falta cada membro da família se servir, mastigar e engolir.
Certo?
Mais ou menos.
Filho mais velho, (que já é bem grandinho), vem na direção da mãe com um vidro de shoyu na mão.
Mãe pergunta: Que foi?
Ele: Como abre isso?
Mãe: Como assim? É só abrir a tampa...
Ele: Não consigo.
Mãe: Como não consegue pelo amor de Deus?
Ele: Não consigo, não sei.
A mãe não acreditava no que estava vendo. Não sabe abrir um vidro de shoyu?
É, não sei.
E lá vai a mãe abrir o vidro para o garoto e explicar a ele como funciona.
Olha, diz ela, tá vendo esse plástiquinho ao redor da boca do frasco? Então, tem esse pedacinho saliente aqui que é o começo que deve ser puxado e retirado da borda toda, como se fosse um anel.
(Sabem do que estou falando, pelo amor de Deus né gente....kkkk).
Então.
Bom, além de cair na gargalhada, depois a mãe ficou pensando: como assim um rapaz não sabe abrir uma embalagem de shoyu?
Tá que quando a mãe tinha a idade dele nem sabia que existia shoyu, mas convenhamos, hoje em dia...com todos os meios de comunicação existentes, com a internet, com o google....
Como uma pessoa não sabe tirar o lacre de um vidro?
Só rindo.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
A CRIANÇA CRESCEU E EU NÃO VÍ
Ainda estou tentando me acostumar com essa vida de mãe de
vestibulando. Olha, posso garantir que
não é fácil não.
O moleque estuda, estuda, estuda. Presta vestibular, ENEM e de repente
passa. E aí? Como assim “meu bebê” morar
longe, muito longe. Sem ninguém para lhe
acordar pela manhã, sem ninguém para pensar e fazer seu almoço. Sem ninguém para ir ao supermercado comprar
as porcarias que está acostumado a comer?
Difícil? Acho que é mais para a mãe do que para a “criança”.
Onde será que eu enrosquei
e não percebi que a “criança” cresceu. Já sabe se limpar sozinha, já
consegue sobreviver sozinha, já se alimenta com as próprias mãos e só come
aquilo que lhe agrada o paladar?
Difícil saber. Talvez
a prepotência e os poderes da mulher maravilha que imaginei um dia ter sempre
se fizeram presente na minha imaginação.
Pura imaginação mesmo.
É hora da separação.
As preocupações são muitas. Vai desde : se alimentará direito? Dará conta do seu novo lar? E se chover?
E se fizer muito sol? Se adaptará
a nova cidade? A nova vida? Ao novo tudo?
Gostará do curso que escolheu?
No caso específico o que dá uma certa tranquilidade é que
todas essas preocupações e mais uma porção de outras, ficam pequeninas a hora
em que vejo a certeza e a coragem que o rapazinho (não é mais criança)
tem.
Tá que tudo ele acha fácil, descomplicado, mas o que mais me
acalma é essa segurança que ele me transmite.
Essa certeza faz com que todas as minhas dúvidas pareçam coisas de
mãe galinha choca.
E nisso ele está certo.
Não há outro jeito de ser feliz senão correndo atrás dos seus, dos seus objetivos. Com toda a coragem do mundo. Mesmo que geograficamente o sonho esteja a quilômetros e quilômetros de distância.
Afinal, não é só de arroz e feijão que o ser humano precisa
para ser feliz.
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